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Sintraconst-Rio conquista reajustes de 1,40% a 17,30%

Sintraconst-Rio conquista reajustes de 1,40% a 17,30%

O Sintraconst-Rio conseguiu atingir o principal objetivo da categoria nesta campanha salarial: manter os benefícios e os empregos dos trabalhadores e trabalhadoras da construção civil do Rio.

Mesmo diante da maior crise econômica da história, que fechou milhões de postos de trabalho, o Sindicato arrancou reajustes que garantem aumento real.

A função de operador de perfuratriz, por exemplo, teve reajuste de 17,30%. E carpinteiro serrador, montador de estrutura metálica e montador de pré-moldados tiveram aumento de 9%. E operador de micro trator, 4,40%.

No geral, os pisos salariais receberam reajuste de 1,40%. Esse mesmo reajuste vale para os salários até R$ 4.549,60. A partir desse valor, a complementação é de 70 reais no salário.

O aumento nos salários é retroativo a 1º de março (data-base). E a diferença do reajuste dos meses de março e abril será paga em duas vezes, até o quinto dia útil de maio e junho.

“Foi mais uma negociação difícil com os empresários em função de todo cenário, mas conseguimos principalmente não perder direitos como o cartão assiduidade e o vale-transporte e vale-refeição a 1% de desconto”, lembra o presidente do Sintraconst-Rio, Carlos Antonio.

MANUTENÇÃO DO VALE
Assim como nos outros anos, os patrões insistiram muito para tirar o cartão assiduidade (fome zero) de 240 reais da convenção coletiva.
Mas o Sintraconst-Rio entende que isso já é direito perpetuado na convenção. Só muda para melhor.
Essa foi a primeira negociação depois do vigor da Reforma Trabalhista.

DESCONTO DE APENAS 1%
Um dos anseios da categoria reafirmado na assembleia de campanha salarial neste ano foi manter o desconto do vale-transporte, vale-alimentação e vale-refeição em apenas 1% – já que diante da crise estávamos a ponto de perder o benefício.
Vale lembrar que a CLT permite 6% de desconto no VT e 20% no alimentação.

SEGURO DE VIDA
Os valores do seguro de vida foram mantidos na convenção coletiva.
A família recebe R$ 26 mil em caso de morte do empregado ou em caso de invalidez permanente.
O empregado recebe R$ 13 mil em caso de morte do cônjuge e R$ 6,5 mil em caso de morte de filho menor de 21 anos, além de outros dispositivos.

dissídio 2018

Last modified onTerça, 15 Maio 2018 15:15
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