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Sintraconst-Rio leva denúncia sobre atraso de salários na Faetec ao Ministério Público

Sintraconst-Rio leva denúncia sobre atraso de salários na Faetec ao Ministério Público

Atualização 31/10/2016

Pedido de greve

O Sintraconst-Rio voltou a se reunir com os trabalhadores da Faetec/Quitino, em frente à unidade, nesta segunda-feira (31 de outubro).

No encontro, o Sindicato anunciou que entrou com pedido de greve no Ministério do Trabalho, além da denúncia ao Ministério Público do Trabalho.

Até esta data, os empregados seguem sem receber os cinco meses de salário.

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Sintraconst-Rio leva denúncia sobre atraso de salários na Faetec ao Ministério Público

Uma reunião com cerca de 300 empregados da Atrio-Rio Serviços Ltda, nesta quinta-feira (20 de outubro), definiu os próximos passos da luta dos trabalhadores em busca de salários e benefícios devidos.

Eles trabalham na Faetec de Quintino, Zona Norte do Rio, e estão sem salários há cinco meses. Os empregados também não estão recebendo o prêmio assiduidade, o vale alimentação e transporte, e nem mesmo férias.

O encontro do Sintraconst-Rio com os trabalhadores, em frente à Faetec, decidiu por encaminhar denúncia ao Ministério Público do Trabalho e Ministério do Trabalho. Uma lista de presença foi assinada pelos empregados da Atrio-Rio.

Nesta segunda-feira (24 de outubro), Sindicato e trabalhadores fizeram uma manifestação em frente à unidade da Faetec.

"Estamos mobilizados e vamos acompanhar os trabalhadores até o fim, com assistência jurídica inclusive", destaca o líder da equipe 6 do Departamento de Segurança do Trabalho, José Carlos da Silva.

Os trabalhadores relataram situações muito delicadas em função da falta de salário. Um deles acabou sem teto.

"Meu travesseiro é minha mochila, durmo na rua", conta um dos empregados da Atrio-Rio.

A empresa diz que a Faetec não repassou o pagamento. A Faetec alega que o governo do estado está em atraso.

"Quem acaba pagando por esse jogo de empurra, pela crise, são os trabalhadores. E pagando caro, pois é a família que sofre", lamenta um dos empregados que estavam na reunião nesta quinta-feira.

Texto atualizado às 11h40 de 24 de outubro de 2016.

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